segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Caçando insignificâncias.




Bom dia galera, esse é o primeiro post desse espaço onde vou colocar alguns trabalhos (chatos) recheados pelos meus acontecimentos semanais (fofcas mesmo, sabe?).
A tentativa será de colocar trabalhos que de alguma maneira (preferencialmente demente :#) se relacionem com algo que aconteceu comigo.
Bom, a imagem da vez é uma ilustra de 2006 que tem a ver com a descrição do Blog (e da legenda).

Introduções feitas e refeitas vamos ao que importa, as insignificâncias da vez.
Essa semana fiz duas constatações sobre mim mesmo que me deixaram bastante satisfeito:
Sou mesmo um retardado (com orgulho quase artístico) com algumas características.
Demoro muito para gostar das coisas. Invariavelmente reluto o novo e só o tomo de gole só quanto esta velho. Eu gosto do velho e ao mesmo tempo não gosto do meu velho. Ou, num retardo infantil, não consiga reconhecer o envelhecimento.
Sou também, como indicou OFelipe (aquele abrax), um causador mentiroso - pouco me dá mais orgulho que ser reconhecido assim. Me sinto avassalador, e não poderia ser diferente. "Causador" e mentiroso são não-coisas indissociavelmente poderosas, são não-coisas cinéticas ; elas movem a Terra, assim como aquela mentira que, relativamente, inventou a modernidade. Um mentira tem mesmo que causar e todo bom caso traz sempre, no germe, uma mentirinha, só pra causar. Só sinto ser mau mentiroso (ou bom, depende da moral de quem lê), pois deixo sempre claro que estou mentindo uma mentira que, por algum tempo, quase preciso como verdade, pra depois errar para outra. Espirituosismo, ME APARTEM! Erro mesmo, sem preocupação, afinal que efeito pode ter uma causa mentirosa senão um errante. Hein!?
Kpin, hoje, o Retardado Errante ao som de "Cozinho de Noite", João Penca e seus miquinhos amestrados.

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